Monthly Archives: Julho 2013

O triunfo do fantástico: Top 5 – Filmes favoritos da obra de Steven Spielberg

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Hoje inauguramos neste blog uma série de retrospectivas à obra de vários realizadores de renome na forma de singelos tops com algumas seleções dos meus filmes favoritos. Começo esta rubrica com um olhar ao talento (por vezes incompreendido) do realizador norte-americano Steven Spielberg. De notar que estas minhas escolhas referem as minhas preferências pessoais e não necessariamente os filmes que se podem considerar “objectivamente” os melhores. A título de exemplo, na minha opinião, o “melhor” filme de Spielberg é “Schindler’s List”. Para saber qual é o meu favorito, é continuar a ler:

 

5 – Schindler’s List (1993) (12 Nomeações): Dizer que se “gosta” deste filme é sempre uma escolha ingrata de palavras. Não “gosto” de revisitar esta obra-prima, temo-o. Porque o génio da sensibilidade de Spielberg está a trabalhar a um nível tão apurado neste filme, sobre o horror do Holocausto, que me bastam ouvir os primeiros acordes daquele violino para o meu coração se afundar na mais profunda tristeza. Este tipo de emoção só está ao alcance de muito poucos.

 

4 – Raiders of the Lost Ark (1981) (8 Nomeações): O mais entusiasmante exemplo de como o mais pipoqueiro entretenimento se pode elevar à mais pura das artes. Steven Spielberg e George Lucas unem esforços para procurar reproduzir a frenética magia dos filmes clássicos de aventuras. Guiados pelo inesquecível Indiana Jones, somos todos conduzidos numa aventura repleta de misticismo divino, odiosos nazis e serpentes. Raios partam as serpentes.

 

3 – Jaws (1975) (4 Nomeações): “We’re gonna need a bigger boat”. Esta frase icónica marcou não só um dos momentos mais inesquecíveis deste clássico mas também serviu como uma espécie de prenúncio do que estava para vir. Com “Jaws”, o (na altura ainda muito jovem) Spielberg “inventou” o ‘blockbuster’ moderno, munido apenas com três grandes atores, uns poucos acordes de música orquestral e um tubarão que demorava em aparecer.

 

2 – E. T. the Extra-Terrestrial (1982) (9 Nomeações): Este filme é simplesmente mágico, uma cristalização perfeita de tudo o que torna Spielberg um autor tão simultaneamente amado e odiado – o seu deleite em atacar cada história de um ponto de vista emocional. E, nesta história de amizade entre um rapaz e um visitante de outro planeta, oscilamos entre gargalhadas abertas a choro descontrolado. “E. T.” é pura magia do cinema.

 

1 – Close Encounters of the Third Kind (1978) (8 Nomeações): Este é um dos meus filmes favoritos de sempre. Porquê? Porque mantém o suspense sobre o seu desfecho de forma brilhante. Porque utiliza música com uma espécie de forma de comunicação universal interestelar. Porque utiliza o brilhar da luz no escuro tanto para assustar como para deslumbrar. E, acima de tudo, porque olha para toda uma nova realidade por explorar não com medo, mas com o mais acriançado fascínio.

 

Pedro Quedas

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Génio em dose concentrada: O melhor das curtas-metragens de animação

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Em jeito de dose rápida para vos alimentar o vício de cinema nestes dias de calor extremo, decidi poupar-vos de grandes doses de texto e antes deixar aqui algumas sugestões de versões condensadas de algum do melhor do cinema alguma vez feito. Deixo-vos então com algumas curtas-metragens de animações premiadas com o Óscar da Academia na sua categoria.

 

Sem mais demoras, fica aqui “The Critic”, de Mel Brooks, vencedor em 1963:

 

Segue-se “Logorama”, o frenético e genial filme francês que venceu em 2009:

 

E, por fim, “Paperman”, um filme mágico da Disney que venceu na última edição dos Óscares:

 

Pedro Quedas

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